"Dorme talvez. Em flácido abandonoLembrança formosa de teu sono
A languidez dormente de teus sonhos
Enquanto a amante pálida, a seu lado,
Medita, a fronte triste, o olhar velado,
No Mistério da Carne Soberana"
Adaptação do poema "Ariana" de Augusto dos Anjos
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